30 de ago de 2011

Erzsébet Báthory (7 de agosto de 1560 — 21 de agosto de 1614)



Erzsébet Báthory  foi uma condessa húngara da renomada família Báthory que entrou para a história por uma série de crimes que teria cometido devido à sua obsessão pela beleza. Por causa desses crimes ela ficou conhecida como "A condessa sangrenta" e "A condessa Drácula" e também teve algumas homenagens de bandas de Heavy Metal como a banda Bathory (o nome da banda é o sobrenome de Erzsébet) e a música Elizabeth da banda Ghost, que fala sobre a própria.

Erzsébet foi criada na propriedade de sua família em Ecsed, na Transilvânia. Ela se casou em 1575 com o conde Nadasdy que era militar e ficava fora de casa por longos períodos. Nesse meio tempo, Erzsébet assumia os deveres de cuidar dos assuntos do castelo da família Nadasdy. Foi a partir daí que suas tendências sádicas começaram a se revelar. Ela começou a ter um comportamento cruel com  os empregados, mas ela não apenas punia os que infringiam seus regulamentos, como também encontrava todas as desculpas para infligir castigos, deleitando-se na tortura e na morte de suas vítimas.
O marido de Báthory juntava-se a ela nesse tipo de comportamento sádico e até lhe ensinou algumas modalidades de punição, por exemplo, despir uma mulher e cobrir seu corpo com mel, deixando-a à mercê de insetos.

Poster do filme Bathory
Em 1604 o conde Nadasdy morreu e após isso Erzsébet encontrou uma nova parceira para os seus crimes, Erzsi Majorova, que parece ter sido responsável pelo declínio mental final de Erzsébet, quando a encorajou a incluir algumas mulheres nobres entre suas vítimas e depois beber o sangue delas.
No início de 1610, tiveram início as primeiras investigações sobre seus crimes. Porém, o verdadeiro objetivo das investigações não era conseguir uma condenação, mas sim confiscar-lhe os bens e suspender o pagamento da dívida contraída ao seu marido pelo rei.
Erzsébet foi presa em dezembro de 1610. No julgamento foi apresentada como prova uma agenda encontrada nos aposentos de Erzsébet, a qual continha nomes de 650 vítimas, todos registrados com a sua própria letra.

Um padre jesuíta, László Turoczy, localizou alguns documentos originais do julgamento e recolheu histórias que circulavam entre os habitantes de Čachtice. Ele lançou um livro em 1720 onde sugeria a possibilidade de Erzsébet ter-se banhado em sangue. Como o livro surgiu durante uma onda de interesse pelo vampirismo na Europa oriental e Erzsébet chegou a morar na Transilvânia (terra do temido vampiro Conde Drácula), muitos fazem uma ligação de Erzsébet com os vampiros.
Sua fama é tanta que em 2008 saiu um filme de nome Báthory que conta a história da condessa.

Um comentário:

  1. Bem sinistro ...

    Amei a post *-*


    http://diversified-articles.blogspot.com/

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